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Máximo Zandonadi (1916-1994)
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Homem simples.
Traz em sua natureza e história as marcas da descendência italiana.
Na raiz está uma fé cristã católica, firme e envolvente; uma labosidade incansável; uma apaixonada valorização das virtudes familiares; um amor entranhado à terra; uma solidariedade criativa e festiva; uma praticidade teimosa e transformadora.
Toda esta riqueza foi absorvida por Máximo Zandonadi e enriquecida pelos desafios vividos comunitariamente nos duros anos de formação e consolidação de Venda Nova do Imigrante, sua terra natal.
Sua vida era iluminada por três amores:
a família, a Igreja e Venda Nova do Imigrante, sendo estes objetos de inspiração para a publicação de cinco obras literárias.
Ao mesmo tempo que educava sua família. juntou-se a outros companheiros para incentivar ações comunitárias visando o desenvolvimento cultural, sócio-econômico e de preservação ambiental, que tornariam Venda Nova um recanto de progresso e paz.
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