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07.07.2020


CRAS de Venda Nova conscientiza sobre violência doméstica

 

 

 

 

A Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realiza durante o mês de julho uma campanha de conscientização sobre a violência doméstica. Tocar nesse assunto e combater esse tipo de agressão é dever de todos. Em Venda Nova, 204 famílias são atendidas por questões ligadas à violação de direitos.

 

Os casos envolvem violências física, psicológica ou sexual, além de abandono e maus tratos, dentre outros. No segundo trimestre deste ano, 42 novas ocorrências de violação de direitos foram atendidas pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Venda Nova. Desse número, 16 casos envolvem mulheres vítimas de agressão doméstica.

 

O Creas trabalha de forma intensa no combate a esse tipo de violência no atendimento de quem já passou por essa situação. Por isso, nos próximos dias, serão publicados materiais em redes sociais, site institucional da Prefeitura, além de colocação de faixas e cartazes com informações de conscientização.

 

Atendimento diferenciado durante a pandemia

Devido à quarentena imposta pelo coronavírus, o Creas mudou a maneira de atender, mas não paralisou as atividades. Os acompanhamentos são realizados de forma não presencial com a equipe multidisciplinar. Tudo para não deixar de dar suporte a quem passou por alguma situação de violação de direitos.

 

Faça sua parte

Todos devemos participar do combate à violência doméstica. Você pode denunciar de forma anônima os casos que conhecer por meio do Disque 180. Porém, é preciso se conscientizar sobre a real situação da pessoa violentada. Conheça alguns mitos sobre a violência contra a mulher.

 

Mitos da Violência Doméstica (fonte: Instituto Maria da Penha)

1) "As mulheres apanham porque gostam ou porque provocam”

Quem é vítima de violência doméstica passa muito tempo tentando evitá-la para assegurar sua própria proteção e a de seus filhos. As mulheres ficam ao lado dos agressores por medo, vergonha ou falta de recursos financeiros, sempre esperando que a violência acabe, e nunca para manter a violência.

 

2) "A violência doméstica só acontece em famílias de baixa renda e pouca instrução"

A violência doméstica é um fenômeno que não distingue classe social, raça, etnia, religião, orientação sexual, idade e grau de escolaridade. Todos os dias, somos impactados por notícias de mulheres que foram assassinadas por seus companheiros ou ex-parceiros. Na maioria desses casos, elas já vinham sofrendo diversos tipos de violência há algum tempo, mas a situação só chega ao conhecimento de outras pessoas quando as agressões crescem a ponto de culminar no feminicídio.

3) "É fácil identificar o tipo de mulher que apanha"

Não existe um perfil específico de quem sofre violência doméstica. Qualquer mulher, em algum período de sua vida, pode ser vítima desse tipo de violência.

 

4) "A mulher não pode denunciar a violência doméstica em qualquer delegacia"

A violência doméstica pode, sim, ser denunciada em qualquer delegacia, sem perder de vista, entretanto, que a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) é o órgão mais capacitado para realizar ações de prevenção, proteção e investigação dos crimes de violência de gênero. O acesso à justiça é garantido às mulheres no art. 3º da Lei Maria da Penha.

 

5) "Se a situação fosse tão grave, as vítimas abandonariam logo os agressores"

Grande parte dos feminicídios ocorre na fase em que as mulheres estão tentando se separar dos agressores. Algumas vítimas, após passarem por inúmeros tipos de violência, desenvolvem uma sensação de isolamento e ficam paralisadas, sentindo-se impotentes para reagir, quebrar o ciclo da violência e sair dessa situação.

 

Com informações da Prefeitura de Venda Nova.

 

 

 

 

 

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